Risco de Crédito

Qualquer empresa seja financeira ou de serviços, comercial ou industrial, lida no seu cotidiano com o fator Risco de Crédito, e dependendo da sua área de atuação e o volume de negócios as análises de Risco de Crédito de seus clientes são mais apuradas ou mais simples.  A concessão de crédito, seja um Emprestimo Financeiro ou a venda a crédito, significa que se está disponibilizando um produto (dinheiro, bem ou serviço) mediante a promessa de pagamento futuro. O Risco de Crédito é a análise da real condição de pagamento do credor e da probabilidade de ele não efetivar o pagamento prometido.

O mercado financeiro brasileiro, tradicionalmente, baseia-se exclusivamente na análise de Risco de Crédito para decidir sobre a concessão ou não de Empréstimo para Empréstimo Pessoa Física ou jurídicas. A análise de Risco de Crédito é uma análise subjetiva, baseada em dados pregressos, levantamento do patrimônio e da renda do tomador do empréstimo e também de todo o contexto familiar e tudo que pode ser relevante. O conjunto desses dados permite uma previsão, ou melhor, uma visão das possibilidades do cliente pagar ou não o empréstimo contratado, porém o Risco de Crédito não fica limitado nessa previsão. Mesmo um cliente com Risco de Crédito muito baixo pode ter um problema financeiro e não conseguir cumprir com o pagamento.

A economia brasileira sofreu profundas transformações depois do lançamento do Plano Real. Até aquela data os bancos, cujo principal objetivo é emprestar Dinheiro Rapido, viram os empréstimos de dinheiro a pessoas físicas reduzidos drasticamente, uma vez que o Risco de Crédito era muito grande, pois a inflação alta impunha juros altíssimos aos empréstimos o que os tornava praticamente impagáveis. Assim os grandes bancos se voltavam ao mercado interno e segundo os economistas passaram a financiar Emprestimo de Dinheiro com um Risco de Crédito menor, que lhes garantia maiores rendimentos e mais segurança.

Com a implantação do plano real o quadro da economia brasileira se transforma drasticamente, uma mudança que acontece paulatinamente, aos poucos. A estabilidade econômica conseguida faz com que as pessoas, agora já confiantes no sistema financeiro brasileiro, voltem a procurar os bancos em busca de financiamentos e empréstimos, com os mais variados objetivos: pagar divida aquisição de bens móveis e imóveis, e com a possibilidade de prever as taxas de Juros Empréstimo, tornou-se possível fazer analise do Risco de Crédito dos clientes, sejam pessoas físicas ou jurídicas.

Assim com a economia estável o mercado começa a investir no próprio crescimento, e o aumento do volume de empréstimos os bancos sentiram a necessidade de aprimorar seus sistemas de analise de Risco de Crédito e assim começaram a organizar bancos de dados nacionais, que contem a história financeira dos clientes, estatísticas de inadimplência, capital, bens e tudo que possa ser importante para fazer uma avaliação mais refinada e mais técnica dos Riscos de Crédito.

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